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Especialista aponta que vacinação no Estado é insuficiente.

Os casos de febre amarela avançam no Espírito Santo, mortes estão confirmadas, e o problema está alarmando a população capixaba, tanto do interior quanto das zonas urbanas, que lotam os postos de saúde em busca da vacina, mas não conseguem se vacinar por insuficiência nas doses que vieram e foram insuficientes para tender a demanda.

A luta para vacinar toda a população do Estado é liderada pelo deputado Federal Evair de Melo (PV-ES), desde quando os primeiros casos foram registrados na divisa de Minas Gerais com o Espírito Santo. Uma das primeiras atitudes do parlamentar capixaba, durante uma agenda com o ministro da Saúde Ricardo Barros, foi disponibilizar todo o valor de suas emendas parlamentares de 2017, no valor de R$ 15 milhões, para caso o ministério precise, adquirir vacinas para imunizar todos os capixabas.

Foto: Divulgação

Com essa atitude o deputado reforça que é necessário imunizar todos os moradores do Estado, inclusive os turistas, principalmente mineiros, que nessa época do ano visita e lotam diversas cidades e o litoral capixaba. “Não será por falta de recursos que deixaremos de vacinar. Também oficializei ao secretário de Saúde do Estado, Ricardo Oliveira, que tecnicamente não estamos conformados com essa prevenção pontual. Precisamos nos antecipar! Não há nenhuma justificativa para deixar o povo com tanta insegurança. Queremos ter essa postura do secretário, de estadista. Não dá para brincar com isso. Queremos rapidez, muita firmeza para trazer essa vacina, que é o primeiro gesto, e atender toda a rede de saúde. Essa é a postura principal”, destaca o deputado Evair de Melo.

Em reportagem publicada nesta quarta-feira (25) pelo jornal O Globo, especialistas no assunto ratificaram que a melhor forma de combater a febre amarela é providenciar a vacinação geral da população, antecipando-se em vez de só tomar providências após os casos se alastrarem, conforme a defesa sustentada pelo deputado Evair de Melo. Um dos depoimentos na entrevista é do diretor do Instituto Evandro Chagas, em Ananindeua, no Pará, Pedro Vasconcelos. “O número de casos é indiscutivelmente preocupante. E o Espírito Santo preocupa ainda mais. Está na frente de expansão e tem cobertura vacinal insignificante. A vacinação de emergência que acontece lá é fundamental. Mas, se o Brasil quer afastar o maior temor, a ressurgência da febre amarela urbana, tem que se antecipar. E a única forma de fazer isso é com vacina”, disse Pedro Vasconcelos.?

Material enviado pela Assessoria de Imprensa do Deputado Evair de Melo

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